Gostaria de
dizer como é fantástico relembrar as minhas memórias literárias e ler as
experiências que todos tiveram em suas vidas. Lembro-me como se fosse hoje, quando
meu falecido e querido pai colocava historinhas de contos infantis em “disco de
vinil” para que eu ouvisse e depois me incentivava a escrevê-las em um caderno para
ver se eu havia entendido. Creio que essa foi a minha base de incentivo a leitura
e a escrita. Obrigada meu pai herói pelas
lembranças fantásticas que deixaram marcas inesquecíveis em minha vida e que me
incentivaram a continuar neste mundo maravilhoso da leitura e produção de
textos.
Um fato que
marcou minha vida foi quando li as primeiras histórias em quadrinhos e os
livros infantis que minha madrinha, que se chamava Vicentina, me presenteava.
Ela dava livros porque somente assim eu ficava mais quietinha, pois era muito
levada e, como podemos dizer atualmente, hiperativa. Precisava de algo que me
fizesse ficar concentrada e ela descobriu que os livros me deixavam mais
compenetrada, e assim adentrar ao mundo da leitura. E como era gostoso viajar
no mundo da imaginação. Por isso quando os autores, Contardo Calligaris,
Antônio Cândido e Rubem Alves, descreveram suas viagens reais e fictícias na
busca de novas experiências que pudessem passar adiante para seus leitores, me
identifiquei, pois o fomento da imaginação e dos sonhos é o alicerce de que
dispomos como educadores para atrair a atenção de nossos alunos, instigando-os
a adquirirem conhecimentos que os levem a concretização de seus projetos de
vida.
Atualmente trabalho a cada quinze dias com aula de leitura, contando alguma história para mostrar aos alunos como é importante viajarmos no mundo da imaginação. Dependendo do gênero textual que estou trabalhando. Levo meus alunos dos 5º anos e da 6ª série ao pátio da escola, onde temos mesas, e deixo vários livros sobre uma delas dando livre arbítrio para que escolham o que querem ler. Acredito fielmente que é a partir disso que muitos que não tem este incentivo em suas casas poderão ter a oportunidade de ler, desenvolvendo o prazer pela leitura. E de fato os que gostam de informática também gostam de ler livros convencionais.
Beijos.
Atualmente trabalho a cada quinze dias com aula de leitura, contando alguma história para mostrar aos alunos como é importante viajarmos no mundo da imaginação. Dependendo do gênero textual que estou trabalhando. Levo meus alunos dos 5º anos e da 6ª série ao pátio da escola, onde temos mesas, e deixo vários livros sobre uma delas dando livre arbítrio para que escolham o que querem ler. Acredito fielmente que é a partir disso que muitos que não tem este incentivo em suas casas poderão ter a oportunidade de ler, desenvolvendo o prazer pela leitura. E de fato os que gostam de informática também gostam de ler livros convencionais.
Beijos.
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